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Gustavo Petro é suspenso do cargo de presidente da Colômbia: entenda o caso

Por Equipe do PanAm Post

A decisão faz parte de uma das mais de dez investigações conduzidas pela congressista Gloria Arizabaleta contra Gustavo Petro por suposto envolvimento em política. No entanto, surgiu controvérsia porque a parlamentar não submeteu a suspensão à apreciação do plenário da Comissão.

A presidente da Comissão de Acusações do Congresso colombiano, a deputada Gloria Arizabaleta, suspendeu o presidente Gustavo Petro do cargo até as 16h do dia 21 de junho. A medida manteria o chefe de Estado fora da Casa de Nariño (Palácio Presidencial) até depois do segundo turno das eleições presidenciais.

“Suspenda provisoriamente o presidente Gustavo Petro Urrego do cargo até 21 de junho de 2026, às 16h”, ordena o documento assinado por Arizabaleta, ex-esposa de Roy Barreras, um aliado próximo de Petro.

“Suspender provisoriamente o presidente Gustavo Petro Urrego do exercício do cargo até 21 de junho de 2026, às 16h”, determina o documento assinado por Arizabaleta, ex-esposa de Roy Barreras, aliado próximo de Petro.

A decisão da congressista de Valle del Cauca — que pertence ao Pacto Histórico, partido governista — faz parte de uma das mais de dez investigações que Arizabaleta está conduzindo contra Petro por suposto envolvimento em política. No entanto, a controvérsia surge porque a parlamentar não submeteu a suspensão à apreciação do plenário da Comissão.

Suas ações abrem o debate sobre se ele ultrapassou os limites e constituem um claro ato político, em plena campanha eleitoral, para retratar os apoiadores de Petro como vítimas, permitindo que o chefe de Estado colombiano participasse de eventos eleitorais.

Em 9 de junho, o deputado abriu um inquérito disciplinar, classificado como “extremamente grave”, com base em pelo menos 22 publicações feitas por Petro em sua conta oficial no Google X entre 6 e 9 de junho, nas quais ele supostamente fez alusão a candidatos, campanhas e ao processo eleitoral do segundo turno. Entre as acusações estão referências ao fascismo, alegações de “fraude eleitoral armada” e comentários depreciativos sobre um candidato e um veículo de comunicação.

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