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É preciso parar de dar ouvidos para absurdos

Nos últimos quinze anos, a hegemonia da comunicação do pensamento revolucionário de esquerda foi abalada. A informação descentralizada e a internet deram voz a maioria silenciosa. Há pelo menos cinquenta anos as redações e produções de comunicações eram controlados por um viés político-ideológico.

Em 2008, na eleição de Obama, essa mesma classe ideológica acreditou que continuariam controlando o discurso, mas tudo mudou desde então. Várias pessoas começaram a ser ouvidas, por falarem simplesmente o que era o senso comum… e nada é mais poderoso contra a utopia revolucionária do que a simples realidade. A ideologia tenta te convencer a todo momento que a sua história é a realidade, lhe radicalizando por não ver este mundo se concretizar, já quem vive a realidade, está preocupado em manter a sua vida em paz e fluindo. Simples assim, podemos resumir a “a sociedade polarizada” que nos é vendida.

Porém, todavia e contudo, justamente aqueles que desejam mudar radicalmente a sociedade, inverter valores e transformar a ordem moral e cultural, acusam a maioria silenciosa de propagadores do ódio, nazistas, toda-sorte-de-fóbico e afins… a mídia faz eco a esses absurdos, militantes de gravatas enganam pessoas simples e avançam com sua pauta.

As vítimas desta violência são diversas, em vários países, e perceba: EM TODOS OS CASOS, LOCAIS ONDE OS REVOLUCIONÁRIOS PERDERAM A HEGEMONIA DO DISCURSO.

Charlie Kirk é mais uma vítima dessa loucura, assim como foram Bolsonaro, Trump, Miguel Uribe, Shinzo Abe, Clezão e tantos outros.

Até quando seremos perseguidos, ameaçados, mortos e ainda assim seremos responsabilizados como os violentos? Até quando?

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