Até lá, acrescentou Trump, os Estados Unidos continuam “bombardeando o Irã até a aniquilação ou, como dizem alguns, até que ele volte à Idade da Pedra!”.
Washington, 1º de abril (EFE) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o Irã solicitou um “cessar-fogo” e indicou que considerará essa possibilidade assim que o Estreito de Ormuz for reaberto.
“O novo presidente do regime iraniano, muito menos radicalizado e muito mais inteligente que seus antecessores, acaba de pedir um cessar-fogo aos Estados Unidos da América! Consideraremos o pedido quando o Estreito de Ormuz estiver aberto, livre e desimpedido”, afirmou Trump na plataforma Truth Social, sem especificar a qual líder iraniano se referia.


Até lá, acrescentou Trump, os Estados Unidos continuam “bombardeando o Irã até a aniquilação ou, como dizem alguns, até que ele volte à Idade da Pedra!”.
Espera-se que o líder dos EUA faça um pronunciamento “importante” à nação às 21h, horário de Washington (1h da manhã de quinta-feira, horário de Greenwich), para atualizar as informações sobre a guerra, em uma mensagem que sucede uma série de comentários sobre o possível fim do conflito.
Trump declarou na terça-feira que espera “retirar-se” do Irã em “duas ou três semanas”, afirmando que os objetivos da guerra iniciada em 28 de fevereiro estão sendo alcançados, como impedir que a República Islâmica obtenha uma arma nuclear.
Após tentar, sem sucesso, liderar uma coalizão militar com aliados para reabrir o Estreito de Ormuz, uma importante rota comercial de petróleo que permanece bloqueada pelo Irã em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, Trump afirmou na terça-feira que isso não é mais uma questão dos EUA.
Trump instou os países da OTAN e as nações asiáticas a agirem com “coragem” e a “tomarem” o estreito, por onde flui um quinto do petróleo mundial.
Em entrevista publicada na quarta-feira pelo jornal britânico The Telegraph, Trump disse que não descarta a possibilidade de os Estados Unidos se retirarem da OTAN, organização que ele descreveu como um “tigre de papel”.