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Trump ameaça Putin com “consequências sérias” se ele não parar a guerra após a cúpula

“Sim, haverá consequências muito sérias”, respondeu ele quando questionado pela imprensa durante um evento no Kennedy Center, em Washington.

Washington, 13 de agosto (EFE) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quarta-feira com “graves consequências” se o presidente russo, Vladimir Putin, não frear a guerra na Ucrânia após a cúpula na sexta-feira no Alasca.

“Sim, haverá consequências muito sérias”, respondeu ele quando questionado pela imprensa durante um evento no Kennedy Center, em Washington.

Trump e Putin se encontrarão em uma base militar em Anchorage, Alasca, após vários meses em que o republicano expressou frustração com a recusa do Kremlin em interromper os bombardeios na Ucrânia e ameaçou impor novas sanções à Rússia, que já enfrenta duras restrições impostas pelo Ocidente.

O republicano admitiu que não pode convencer Putin a interromper os ataques contra civis ucranianos, como já tentou fazer durante as conversas telefônicas, mas insistiu que quer “acabar com a guerra”.

Trump também afirmou que, se a cúpula com Putin correr bem, uma reunião trilateral será realizada quase imediatamente, que também incluirá o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que insistiu que não pode ser excluído das negociações de paz.

“Se a primeira correr bem, teremos uma segunda reunião rápida. Gostaria de fazer isso quase imediatamente. Será uma reunião entre o Presidente Putin, o Presidente Zelensky e eu”, declarou.

O republicano garantiu que esse segundo encontro, se acontecer, será mais importante que o primeiro.

Trump também descreveu a ligação que teve na quarta-feira com Zelensky e líderes europeus, antes da cúpula com Putin, como “muito boa”. O presidente prometeu se comunicar com eles novamente após a reunião de sexta-feira.

Putin não se encontra com um líder dos EUA desde a cúpula com Joe Biden em junho de 2021 em Genebra, Suíça, e a última vez que se encontrou com Trump foi em junho de 2019 em Osaka, Japão, durante o primeiro mandato do republicano.

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