PHVOX – Análises geopolíticas e Formação
Artigos

Os protestos “Sem Reis” escondem uma rede de organizações financiadas com 3 bilhões de dólares

Os protestos ocorreram em cidades como Minneapolis, Nova York, Washington DC, Chicago e Los Angeles.

Os protestos “No Kings” (Sem Reis) nos Estados Unidos neste fim de semana não surgiram espontaneamente. Por trás das 3.300 manifestações registradas em 50 estados, existe uma vasta rede de influência que inclui os nomes de Neville Roy Singham e sua esposa, Jodie Evans, um casal bilionário ativista, que foram mencionados dias atrás por sua ligação com a viagem feita por grupos progressistas a Cuba para encobrir o regime de Miguel Díaz-Canel.

A verdade é que o que alguns meios de comunicação noticiaram como protestos populares para denunciar o “autoritarismo” do governo de Donald Trump não passou de mais uma manobra dessa agenda ideológica. As manifestações ocorreram em cidades como Minneapolis, Nova York, Washington D.C., Chicago e Los Angeles, com pessoas carregando cartazes com slogans como “Sem reis, sem guerra” e “Partido pelo Socialismo e Libertação”. Por trás dos protestos coordenados estava “uma rede de aproximadamente 500 grupos com uma renda anual estimada em US$ 3 bilhões”, revela uma investigação da Fox News. Entre os principais organizadores mencionados está o Indivisible, um grupo cívico democrata “com amplos recursos financeiros financiados pelo bilionário George Soros”.

Os protestos, que tinham como objetivo serem massivos, foram desdenhados pela Casa Branca. Aliás, a porta-voz Abigail Jackson chamou-os de “sessões de terapia” para o “transtorno de Trump”. “As únicas pessoas que se importam com (as manifestações) são os repórteres que são pagos para cobri-las”, acrescentou ela em um comunicado divulgado por veículos de imprensa americanos.

Os progressistas querem “revolucionar o sistema” nos EUA

Os participantes dos protestos “Sem Reis” exigiam uma “revolução sistêmica” e pressão sobre o atual sistema político dos EUA. Esse é o mesmo argumento que vêm usando há meses. Eles o empregaram durante as manifestações contra a política de imigração do governo Trump, mas desta vez, usaram o argumento da “guerra ilegal” dos Estados Unidos contra o Irã.

Fotografias divulgadas pela mídia americana mostram supostos membros do Partido Socialista e da Libertação enchendo um veículo com faixas de protesto em frente a uma loja da rede Dream Shop. No ano passado, o FBI revelou que estava investigando esse grupo, que é “ligado a redes financiadas” por Neville Roy Singham, que também trabalha em estreita colaboração com o aparato midiático do regime comunista chinês.

Esses grupos não apenas participam dos protestos, mas também buscam disseminar uma mensagem explícita de “revolução”. Isso está em consonância com o fato de que, em agosto de 2023, Singham foi descrito em uma investigação do New York Times como “um benfeitor socialista de causas de extrema esquerda”. A publicação afirma ter “rastreado centenas de milhões de dólares para grupos ligados ao Sr. Singham que misturam a defesa de causas progressistas com discursos favoráveis ​​ao governo chinês”.

O grupo Indivisible também está envolvido, pois é financiado pela Open Society Foundation, pertencente ao bilionário com agendas globalistas, George Soros. É possível verificar no site da organização que ela concedeu um total de US$ 7,6 milhões em doações entre 2017 e 2023. Em conclusão, esses novos protestos não são liderados apenas por cidadãos, mas sim parecem ser impulsionados por uma rede organizada com vastos recursos.

Por Oriana Rivas.

Pode lhe interessar

Cristo e a sociedade

Plinio Corrêa de Oliveira
19 de janeiro de 2024

PT, revolução e a relativização da vida humana

Paulo Henrique Araujo
15 de maio de 2023

Macri perdeu toda a sua influência na opinião pública, e esta última entrevista confirma isso

PanAm Post
11 de abril de 2025
Sair da versão mobile