PHVOX – Análises geopolíticas e Formação
Camila Abdo

Abortos forçados sob o manto de direito reprodutivo

Disfarçado de ‘direitos reprodutivos’, em manifestos e apontamentos bem escritos, defendido pela ONU e por toda a esquerda globalista, o aborto está sendo legalizado sem qualquer resistência da população.

Na França, por exemplo, mulheres já podem abortar até o nono mês de gravidez. Caso a Hillary Clinton tivesse ganhado as eleições em 2016, hoje os Estados Unidos estariam financiando aborto pós nascimento. Cruel né?

A desumanização promovida pela esquerda para que a mãe não perceba que dentro de seu útero ela carrega uma vida, é chamado de ‘direito de escolha’.

Escolha de quem? Escolha de matar um inocente? Um ser indefeso? Infelizmente a esquerda está conseguindo o seu intento, propagando a ideologia eugenista proposta por Margaret Sanger, em 1916, quando, militante e palestrante da Ku Klux Klan, abriu a primeira clínica de aborto – hoje conhecida como Planner Parenthood – dos Estados Unidos, localizada em bairro negro e pobre.

Sanger defendia a eugenia como forma de melhorar a raça humana através do aborto seletivo, matando pessoas com deficiências, negras e pobres. Hitler sentiu orgulho. Sanger morreu em 1966.

Hoje, feministas e médicos que ganham dinheiro com assassinatos de bebês, defendem que a mulher não precisa ter contato visual com o ultrassom na hora do aborto bem como estás mesmas mulheres não são esclarecidas e muito menos instruídas sobre as grotescas consequências psicológicas do aborto.

Problemas emocionais severos, depressão grave, sentimento de culpa e pensamentos suicidas fazem parte do universo das mulheres que optaram pelo aborto, segundo o livro ‘Abortos Forçados’.

O livro aponta uma pesquisa realizada pelo Dr. David Reardon, em 2002, mostrou que um grupo de mulheres insatisfeitas com o aborto, 39% relataram que sofreram uma ‘pressão muito forte’ e 73% disseram ter sofrido algum grau de pressão de outras pessoas para recorrer o aborto. Quando questionadas se optariam por ter o bebê caso tivessem apoio emocional, 76% responderam que sim.

Nos Estados Unidos existem centenas de clínicas de acolhimento dessas meninas e mulheres que lutam contra a culpa e a depressão quando se dão conta que cometeram infanticídio.  Os profissionais da área de saúde mental afirmam que mulheres que são obrigadas a abortar apresentam transtornos emocionais mais severos do que as mulheres que decidiram cometer o ato, com um grau de liberdade, destaca o livro Abortos Forçados.

Você tem uma escolha a fazer

O livro ‘Abortos Forçados’, da editora Estudos Nacionais, traz a luz a verdadeira face – destrutiva e aterrorizante – do aborto. Embora digam que as mulheres abortam por livre e espontânea vontade, é mentira. A maioria é forçada por seus cônjuges, namorados, pais e empregadores.

Uma faceta que as estatísticas fazem questão de esconder e, quando algum caso ganha as páginas dos jornais, é tratado como ‘caso isolado’. Não é. Não são. A maioria das mulheres se sentem compelidas e até forçadas, de forma violenta, seja fisicamente ou psicologicamente, a abortarem.

O livro, apresenta relatos chocantes que nos faz olhar para estas mulheres de uma forma mais humana e nos impele a lutar ainda mais contra a liberação do aborto no nosso país.

Um dos casos que chama a atenção é o da Rose, 17 anos, que tentou cometer suicídio após o assassinato de seu bebê. “Eu senti tanto ódio de mim após o aborto e tentei cometer suicídio. Peguei uma arma e fui a um estacionamento no meio da noite. Coloquei o revólver na minha cabeça e apertei o gatilho, mas a arma não disparou. Joguei a arma no asfalto e a arma disparou. Coloquei a arma novamente na minha cabeça, e a arma não disparou. Finalmente, eu peguei uma grande quantidade de comprimidos que tinha e tomei, mas com isso eu apenas dormi por dois dias”. Rose, 17 anos, forçada a abortar.

Outro relato que o livro elucida é de uma funcionária da loja Duluth Little Stores, que sofreu forte coerção do chefe para abortar. Foram seis meses de pressão e maus-tratos. Uma funcionária da loja Fisher-Pou Home também sofreu igual pressão do chefe, com direito a assédio moral, somente porque seu bebê era miscigenado. Ela ganhou uma ação substancial.

Não posso deixar de mencionar o caso de uma jovem de 16 anos, que foi levada a força, pela mãe, a uma clínica e obrigada a abortar, sob gritos e protestos. Ou das meninas, vítimas de tráfico sexual, que fazem parte da indústria sexual americana não legalizada, e sequer dominam o idioma, são obrigadas, pelos produtores, a abortarem. As clínicas sequer pegam os documentos dessas meninas. O que importa é o dinheiro sujo de sangue.

O que nos causa revolta, além da violência contra a mulher – tema tão debatido pela esquerda e pelas feministas – é a desumanização do ser humano e a tentativa de igualar a mulher ao homem. Afinal, homem não gesta. Contudo, defendem a gestação de transexuais.

Tudo isso para causar, além de atitudes selvagens, dissonância cognitiva nos jovens, desavisados e doutrinados. Perdidos.

Enquanto os pais estão perdidos em seus smartphones e tablets, crianças são educadas e praticamente criadas pela escola, sob os mandos e desmandos de professores revolucionários e doutrinadores, que estão colocando na cabeça dos jovens que não há qualquer problema matar uma vida em formação, mas se você comer carne, você é um ser desprezível. A vida do seu humano tem menos valor que a de um animal e a ideia de construir uma família tradicional se tornou mera lembrança saudosista de ‘pessoas da nossa época’.

Entre escolas em período integral, celulares exercendo a função de babás e papais e mamães perdidos em seus egos e frustrações, estamos criando uma geração completamente desumano, promíscuas e pais de pets. Onde matar é a solução perfeita para esconder um erro, mesmo que seja violando o corpo e o direito do outro.

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